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20 de Agosto de 2019

Seu cliente (ainda) te chama de doutor?

Jusbrasil, Advogado
Publicado por Jusbrasil
há 3 meses

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8 Comentários

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Eu não me incomodo em ser chamado de Dr., ou de Sr., ou mesmo de Você. Aliás, acho digno de desprezo pessoas que se sentem ofendidas se não forem chamadas pelo pronome de tratamento que fazem questão.

Porém, acho que é uma discussão boba, é uma questão de costume chamar um advogado ou médico de "Doutor", sem que tenham feito um Doutorado, é uma questão de costume chamar o professor de artes marciais de "mestre", sem que tenha feito mestrado, Sra. usado para mulheres que não são casadas, V. Exa. usado para presidentes, mesmo que semi-analfabetos, Ilmo. para pessoas longe de serem ilustres, e por aí vai.

Na mesma linha, se observarmos bem, vamos reparar que quando jovens, chamamos até os pais de nossos amigos de tios, mesmo não sendo irmãos de seus pais.

Costume que está entranhado na sociedade e não há motivo relevante para combater. Repito, discussão boba. (Minha opinião) continuar lendo

Ótimo comentário. Aliás, se verificarmos no dicionário, o título acadêmico de doutorado é apenas uma das muitas situações em que o indivíduo pode ser chamado de "doutor". No caso do médico e do advogado, pela alta complexidade da função em si, é costume milenar que sejam chamados doutores. E em algumas universidades, o título já vem na graduação propriamente, como nos USA, onde o bacharel em Direito vem descrito em latim como "iuris doctor", no diploma. Mas eu prefiro ser chamada de você com deferência de que de "doutora" em tom de deboche, como alguns "colegas" e juízes gostam de fazer em sala de audiência para tentar nos intimidar ou mesmo constranger diante de nossos clientes, o que eu acho de um pedantismo lastimoso. Nós não atraímos respeito a nós mesmos desrespeitando os outros. Sinto é pena da pobreza de espírito de gente assim. Mas no geral é isso mesmo. Desde que me tratem com respeito, eu aceito bem qualquer prenome de tratamento que me deem. Não faço questão de nenhuma formalidade específica. continuar lendo

Ótimo conteúdo. O mindset da parceria advogado-cliente é inovador no mundo advocatício. Me identifiquei com as ideias do Heitor, sempre busquei nutrir a mentalidade do melhor vínculo com o cliente.
O livro "O Processo", escrito em 1925 por Franz Kafka, demonstra a dimensão de complexidade que o indivíduo se encontra ao se deparar com o universo jurídico, sobretudo ao integrar uma lide.
A linguagem de difícil entendimento, os trâmites e o desenrolar de estreitíssima compreensão pelo cliente são alguns elementos que geram um severo sentimento de vulnerabilidade intelectual na pessoa, exigindo quase que um esforço cognitivo como o entrevistado disse, um "ato de fé" de que dará tudo certo.
O ano de 1925 já passou a muito tempo e já é hora de se rever muita coisa. A parceria advogado-cliente é um conceito de grande validade para a neoadvocacia; no meu ver, o mais inteligente.
Obs:
A diferença de áudio ficou gritante, tive que alternar várias vezes o volume na troca dos falantes. continuar lendo

Se for Doutor mesmo não vejo o que tenha de mal (mesmo assim, tanto faz); agora se for apenas Advogado (com algumas especializações e mestrado) não CREIO que devam chamá-los de Doutor!

Eu não faço a mínima questão, aliás, nunca fiz!

Mas não entendi o titulo; vcs basicamente falaram em marketing neste vídeo que não me deu ganas de ir até o fim! continuar lendo

Não só não me sinto, como nunca me senti. Tenho quase 30 anos de advocacia e, desde recém formado, sempre fiz questão de abrir mão do tratamento de "doutor" continuar lendo